"Pensava. Todos os dias ela pensava naquele determinado assunto, aquele mar de códigos complicados e difíceis de descodificar. Segundos, minutos, horas. Tudo isto passava velozmente, tal como o vento que batia na sua face, calmo e real. Água surgia, então, sob a forma de lágrimas, insípida como a questão central, aguada como toda aquela situação, descontrolada.

Disse-lhe que pensa demais. Talvez o melhor seja parar de pensar!"


E quase um ano depois, volta a fazer sentido!