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QUERO O MEU MAC RAPIDAMENTE, PLEASE!!

I just love it


Adoro a simplicidade das fotos, os contrastes e o facto de ser a preto e branco. Os pormenores pequenos que dão charme às fotografias, como as unhas e os olhos pintados, principalmente este último visto que realça os olhos e torna a foto muito mais interessante. Talvez "roube" a ideia, usando-a de forma diferente. Gostei e pronto!
Making of "Stop a Minute"
Fotos: Paulo Segadães

Do you like cheese?

A minha mãe é melhor que o Google.
Está sempre a actualizar-me.
Relativamente ao post anterior:
Falei brevemente com a 'assistente' do David e sim, é a Rita Lino. Sou mesmo boa a descodificar tudo e mais alguam coisa (:

Stop 4 a Minute



E estreou há poucos minutos no Top + (Rtp1) o novo videoclip de David Fonseca. O single escolhido desta vez foi "Stop 4 a minute". Coincidência ou não, o David parece ter optado pelas músicas que obtinham o número 4. Número da sorte? Quiçá. O que é certo é que mais uma vez o vídeo está simples mas cativante e, mais uma vez, a preto e branco.
Quando David Fonseca lançou o preview do video para aguçar a curiosidade dos milhares de fãs a pergunta que se colocou imediatamente foi 'Quem é a rapariga do vídeo?'. Muitos afirmavam ser a conhecida Rita Redshoes, amiga e antigo membro da banda que acompanha o David nas suas tours. Contudo, a Rita é outra, ainda que para já não possa afirmar com certeza. Chama-se Rita Lino, tem 23 anos e é de Lisboa. Sigo já a algum tempo o trabalho desta 'artista' visto que tem fotos e curtas metragens bastante interessantes e diferentes.
Imaginem, então, o meu ar de surpresa quando vi o clip na tv e a reconheci. Como disse, não posso afirmar com certeza que é ela, mas ponho as minhas mãos no fogo e já tratei de arranjar fontes seguras que me confirmem a suposição.

Aproveitem e apreciem o trabalho da Rita em rlino.blogspot.com

Desmond has a barrow in the market place. Molly is a singer in a band. Desmond says to Molly “ girl I like your face ". And Molly says this as she takes him by the hand.
Ob-la-di Ob-la-da life goes on bra Lala how the life goes on Ob-la-di Ob-la-da life goes on bra Lala how the life goes on
Adeus Dia! Olá Dia!

Ele: Amor é o conjunto de reacções que acontecem quando estamos com a pessoa em questão: as pupilas dilatam, o estômago contrai-se e o batimento cardíaco acelera.

Ela: E não te esqueças que amor é quando o hálito matinal deixa de ter importância.

FD
mas que raio de saudade me deu agora do dia da gravação do videoclip do Davidzinho. Ufala!


apeteceu-me partilhar a banda sonora do meu dia

Help!



Adoro fotografia, não é novidade, e no meu quarto sempre quis ter um espaço dedicado a esta bela arte. Contudo, quero misturar as minhas fotos com fotos quase lendárias por serem de bons fotógrafos ou por retratarem figuras bem conhecidas. Certamente colocarei uma foto da Twiggy, uma do Woody Allen, sem esquecer a minha adorada Andrey Hepburn. Desta última até já escolhi a foto, que será acompanhada por uma frase dela bem conhecida. Estou indecisa quanto a outras personalidades e fotos, estou constantemente à procura. Portanto, caros leitores, ainda que poucos, será que me podem ajudar? Sugestões aceitam-se de bom grado :)

I ♥ Salsa







vou fazer uma camisola com esta imagem. yey!
Já fui daquelas pessoas com medo de dizer o que sentem quando devem mesmo dizê-lo. Agora, neste exacto momento, sentada em frente à lareira onde a lenha arde e as chamas palpitam, com o computador sobre as pernas, rio-me de mim própria. Rio-me pois não há mais nada a fazer senão rir-me do medo que tinha de dizer uma palavra pequena mas sincera, de sentir isso mas na verdade não o querer admitir por achar ser cedo demais, por achar que se o dissesse podia perder muito, ou tudo. Era assim que costumava ser, perdia tudo e deixei de dizer. Hoje rio-me porque se perdi foi porque tinha de perder ou então porque não dizia com medo das consequências. Recentemente disse-o num acto quase não pensado. Não controlei. Continuo a rir-me e agora mais fortemente. O problema não estava em mim, o problema não estava em ninguém. Não sei se o destino existe ou não, se somos controlados por aquelas 'astrologadas' todas e mais algumas. Mas uma coisa é certa: ainda bem que tudo é como é, que tudo acontece e pronto, torna-se rapidamente num aconteceu.
Gargalhada enorme. Visão de uma Daniela distante que se queixava montes de vezes por toda a gente ter namorado menos ela, por toda a gente estar a trocar carinhos e ir ao cinema menos ela.
Pergunto-me porque me queixava. Se a Daniela-passado soubesse como estaria a Daniela-presente jamais se queixaria.
E acho que esta é a história da rapariga que tinha medo de dizer o que sentia mas que agora passa a vida a dizê-lo, mais do que uma vez por dia, repetindo-se e voltando a repetir-se, sem nunca se cansar, sem nunca ser cansativa.
O mundo já não passa por mim como se nada fosse, já não me olha com olhos tímidos ainda que a timidez não tenha desaparecido completamente. Já não pensa se deve ou não falar, se vou ou não responder, se vou ou não gostar. O mundo mudou, deixou de se esconder atrás dos cortinados, atrás das mãos frias. O mundo perdeu a vergonha e convidou-me para sair com ele, para rir com ele, para não sair da sua beira; convidou-me para ser parte dele. Deixámos de ser dois mundos distintos. Passamos a ser um estranho e indescritivelmente maravilhoso singular.
Não sou mulher de ficar em casa com máscaras na cara e pepino sobre os olhos só porque faz bem à pele. Não sou viciada em produtos light, muito pelo contrário, quanto mais Mcdonalds e coca cola melhor. Pintar as unhas não é dos meus passatempos preferidos ainda que goste imenso de as ter pintadas quando estão granditas, mas como nunca estão... Passatempo é mesmo roer, estejam ou não pintadas. Nem mesmo o verniz de sabor horrendo me impede.
Gosto de cozinhar, mas não sou uma fada na cozinha. Não sou super arrumada, mas sei sempre onde ponho as coisas ao contrário da minha mãe que arruma, arruma, arruma mas nunca sabe onde colocou o que acabou de arrumar.
Sei o básico de maquilhagem. Não passo horas a tratar do cabelo porque já percebi que não vale a pena. Uma boa lavagem com champô e condicionador e um bom creme para controlar minimamente os caracóis é suficiente. Depois é verdadeiro 'deixa andar porque parece que acabaste de sair da cama'.
Nunca fui a um spa, raramente vou à manicura ou pedicura. Já quase não uso brincos ou qualquer outro tipo de bijutaria.
Gosto mais do estilo prático do que o 'menina chique e fofa'. Por vezes gostaria de ser mais peneirenta, gastar mais dinheiro em roupa e acessórios mas confesso que ando numa fase em que me estou a marimbar para isso tudo.
Posso não ser a rapariga perfeita, a mulher prodígio, o sonho de qualquer homem.
Ah, mas estou feliz assim. Sou a mulher perfeita de alguém, mesmo com unhas roídas e arroz queimado no fundo.

ps- e com isto tudo lembrei-me da Mulan, mais especificamente disto:


Little Things



William: Whoopsidaisies!
Anna Scott: What did you say?
William: Nothing.
Anna Scott: Yes you did.
William: No I didn't.
Anna Scott: You said "whoopsidaisies".
William: I don't think so. No one says "whoopsidaisies" do they? Unless they're...
Anna Scott: There *is* no "unless." No one has said "whoopsidaisies" for fifty years and even then it was only little girls with blonde ringlets.

David Fonseca - Theatro Circo


Muito, muito wo-ooh. Efeitos sonoros inusitados, cabine telefónica semelhante à do Super-Homem, imagens projectadas que nos faziam colar a atenção no palco, músicos excelentes e sempre animados, piadas e mais piadas, pessoas em pé a dançar, braços no ar, um sala de espectáculos completamente cheia, David a saltar do palco para dançar com o público e ainda deitar-se no chão enquanto tocava, músicas de diversos álbuns deixando ainda espaço para covers engraçadíssimos e uma música dos Humanos. Não podia ser melhor. Sem dúvida alguma uma surpresa que não esperava.


No final houve tempo para pôr a conversa em dia com o David e restante equipa, como sempre. Manager, vendedor de merchandising, assistentes e restante pessoal, ninguém escapou à minha grande tendência para confraternizar, nem mesmo o pessoal do Theatro Circo.Começo a achar que perco cada vez menos tempo a falar com o David pois sei que ele é o Sr. ocupado da coisa toda, portanto para não deixar ninguém a fumegar de tanto esperar na fila, prefiro falar com a restante equipa. Tem a sua piada pois são todos simpatiquérrimos. O Paulo, o teclista, fazia anos mas 'fugiu' antes da minha chegada e já não lhe pude oferecer um pacote de Oreos que tinha levada na minha mala. Portanto PARABÉNS atrasados, Paulo.




Depois de mais uma pequena longa conversa onde os protagonistas possuem as mesmas iniciais, eu e o David, conversa essa onde os tema alternaram entre o MEU videoclip (sim, porque o David apresentou-me a um casal que entrou connosco no 'backstage' dizendo que eu era a Daniela e tinha entrado no seu videoclip. Refutei dizendo que ele já tem muitos clips e que portanto aquele era o meu visto que lá eu é que sou a vedeta - oh yeah) e a minha carreira jornalistica (onde afirmei que me iria especializar na vertente David Fonseca) e após me ter despedido dele e da Ticha, bem como do funcionário do Theatro, o Marco, que amavelmente me deu uma garrafa de água, depois de ter ouvido o meu desabafo, lá fui falar com o 'Zé das Tshirts' e com o Paulo 'Simpatia' (o manager).

Lá o tentei convencer a oferecer-me uma t-shirt mas ele lá se fez de desentendido. Se uma t-shirt viesse parar às minhas mãos talvez tivesse de lidar com montes de pessoas a pedir o mesmo portanto nem insisti muito. Mas foi num diálogo bastante engraçado onde recorri a diversas técnicas e piadinhas para o persuadir.


Resta-me esperar por mais um concertozinho. Prometi que levaria chá e bolinhos para o serão pós-concerto :)





Há dias em que fechamos os olhos ao mundo, porque nos apetece, porque nos convém, porque não damos conta...Mas há outros em que os abrimos. Parámos para pensar e abrimo-los ou eles abrem-se instantaneamente.
Hoje parei para pensar.
Hoje abri os olhos!





Confesso, não gosto muito de música francesa. Ou melhor, nunca me chamou muito à atenção. E sou de luas quanto à língua. Às vezes gosto da sonoridade, outras vezes não.
Os Elephant são uma descoberta recente. Encontrei uma das suas músicas nem sei muito bem como, mas o que importa é que até gostei. E o clip é mesmo fofinho!



A
u soir d'une scintillante journée de juillet, tandis que sur les plages, les estivants s'amusent dans l'insouciance des beaux jours retrouvés, et qu'à Paris, les badauds accablés de chaleur, contemplent les premiers panaches du feu d'artifice traditionnel, Amélie Poulain, que l'on surnommait aussi 'la marraine des laissés pour compte' ou 'la madonne des mal-aimés', succombe à son extrême fatigue. Sous les fenêtres d'un Paris accablé de chagrin, des millions d'anonymes en deuil se pressent le long du cortège et lui témoignent en silence l'incommensurable douleur de se sentir désormais orphelins. Etrange destin que celui de cette jeune femme, dépossédée d'elle-même, pourtant si sensible au charme discret des petites choses de la vie. Telle Don Quichotte, elle avait résolu de s'attaquer à l'implacable moulin de toutes les détresses humaines. Combat perdu d'avance, qui consumma prématurément sa vie. A 23 ans, à peine, Amélie Poulain, exsangue, laissait sa courte existence s'étioler dans les remous du mal de vivre universel. Mais c'est là que l'attendait le regret lancinent d'avoir laissé mourir son père, sans qu'elle n'eut jamais essayé de redonner à cet homme asphyxié la bouffée d'air qu'elle était parvenue à insuffler à tant d'autres.

Quase 19h30 e continuo a fingir que não me sinto vazia. Mas sinto.




Hey Mister ♥


Hey mister I know you like flowers, I could spent hours, dancing with you. It’s amazing how you dance all night long, but remember, I’m too old. All the singers in the choir are tired. The musicians in the band, retired.

Hey mister, my dress wants to sleep. Hey mister, your hair on the breeze. Time’s changing, you still dancing here, the music stoped but still listening in your ear. All the singers in the choir are tired. The musicians in the band, retired. There’s no more dreams at your door. The light’s on fire. There’s a hole on the floor, and you’re lying

Hey mister, take my hand and make me fly
Hey mister, I don’t want to hear you cry
Hey mister, take my breath and let me go
Hey mister, don’t you know I love you, love you so

Mas que presente de aniversário mais do que ideal. Dia 18 de Março (um dia depois do meu aniversário) estes doces vão estar em Guimarães (:


E a maluca da Carolina Lagarto está finalmente no sítio perfeito para ela. É como um peixe na água.
Finalmente conseguiu o que sempre quis e vai prender ainda mais a minha atenção enquanto estiver a ver o Curto Circuito.
Parabéns Lagartito!
Os narizes são inúteis e só servem para ter macacos.

Esta é a mais pura verdade. Cheguei a esta conclusão enquanto estava na cama, acordada porque não conseguia dormir com o nariz entupido. Utilizei três pacotes de lenços, que supostamente cheiram a aloe vera e contêm um balsamo que impede que o meu rico nariz fique com feridas. Pois é tudo uma enorme treta. Primeiro não têm cheiro nenhum e já inspirei profundamente para tentar que alguma fragrancia se fizesse sentir. Foi tudo em vão.
Segundo..estou com o nariz super vermelho. Acho que se fosse Natal passava com distinção num possível casting para Rudolfo.

Pus-me a pensar na importância que o nariz tem comparativamente com outras partes do corpo.
A boca... A boca serve para beijar, falar, bocejar e com ela também conseguimos respirar. Os olhos servem para ver e chorar e os ouvidos para ouvir e ter piercings.
Ora o nariz serve para respirar mas para isso também temos a boca ainda que desde sempre aprendemos que respirar pelo nariz é mais saudável pois este tem a função de filtrar o ar.
Mas se este não existisse a nossa vida era pior? se calhar ficávamos um pouquinho mais feios mas tudo depende do hábito.
Portanto, defendo a teoria de que os narizes são inúteis e só servem para ter macacos.


Sol. Nuvens Cinzentas. Neve. Frio.
Um rapaz, uma rapariga. De mãos dadas caminham enquanto os seus gastos sapatos criam sons estranhos mas engraçados na neve branca.: shap, shap, shop, shop. Algo deste género, suponho! É estupido mas incrivelmente agradável vê-los caminhar, tão cumplices, tão mágicos. É inegável o brilho nos olhos que surge quando se olham.
Dão as mãos, não só porque está frio e o mais pequeno calor do tacto acaba por ser saudável mas também porque acaba por se tornar quase insuportável não se tocarem, não se sentirem.
São diferentes mas posso afirmar com certeza que se complementam.
Ele gosta dela, ela dele. não basta?

A Relva


Tenho os pés repletos de bolhas de tanto correr. Sinto a terra fugir entre os dedos. Sensação boa, ainda que estranha. Adoro a naturalidade das coisas, destas pequenas coisas que a vida tem para nos oferecer. O cantar dos pássaros quando acordamos no meio da Natureza pela madrugada, o som do mar a bater nas rochas e o cheiro característico da praia. O sol no Inverno que é conhecido pela timidez que transmite quando se esconde entre as nuvens acinzentadas, tudo e mais alguma coisa.
Doem-me os pés de tanto correr. Ninguém me manda correr descalça mas só assim consigo sentir a relva fresca debaixo de mim.
"We used to give the best hugs in the world, not because they were hot or cold, tight or not. They were the best because they were different. Nobody gives hugs like this ones. But what importance have all this now if we already forgot how to hug?"
Daniela

Significa Deus é meu juiz. E revela uma pessoa que age sem se preocupar exageradamente com a opinião dos outros. O importante para ela é estar em paz com sua própria consciência. Espirituosa e empreendedora, tem uma personalidade brilhante e cativa todos os que a rodeiam.

(Acho que se adequa)

Jardim das Traseiras

As folhas começaram a cair. O Outono deixou de se esconder. Mostrou a cara.
Ela saiu de casa bem cedo, como todos os dias fazia, não porque tinha aulas, não porque tinha compromissos, trabalho ou assuntos sérios a tratar. Simplesmente acordava cedo para sentir o ar matinal, para que a primeira brisa lhe batesse no rosto. Isso fazia-a sentir-se viva.
Acordar cedo, era já rotina.
Percorria os corredores que uniam o seu quarto à restante casa, descia as escadas que separavam a sua casa do jardim das traseiras e os seus pés finalmente pisavam a relva fresca com enorme delicadeza.
Respirou fundo. As suas mãos suaves formaram então uma cruz em frente ao peito e percorreram os seus braços. Estavam gelados, como há muito não estavam. Afirmação do Outono, supôs.
Apressadamente voltou a percorrer as escadas, uma por uma, nenhuma falhou.
Abriu a porta, deslizou pelos corredores, entrou no seu quarto e regressou, voltando os seus pés a tocar na verde relva..
Desenrolou uma pequena manta colorida, feita em crochet pela sua avó materna, a D. Aurélia, e colocou-a sobre os ombros gelados.
Recordou uma pequena conversa que com ela teve antes de esta falecer naquele terrível Inverno de 98.

- Avó, como sabemos que escolhemos o nome certo para alguém?
- Oh minha querida, não sei. Mas se deres um nome que gostes a alguém aposto que essa pessoa vai adorar...
- Oh, mas a minha mãe gosta do meu nome e eu não. Avó, quem escolheu o teu nome?
- Foi o meu pai. Mas porque perguntas?
- Bem...é um nome estranho. Acho que nunca daria esse nome a uma filha...
- Pois é. E sabes? Tal como tu odiava o meu nome...até saber o seu significado.
- Significado?
- Sim. Todos os nomes significam algo, e Aurélia significa "brilhante como o sol"

Sorriu. Sorriu pela sua bela ingenuidade de criança, pela sua avó e pelas conversas que ambas tinham diversas vezes na velha cozinha amarelada, onde uma das paredes estava visivelmente mais suja devido à proximidade da lareira que as aquecia enquanto permaneciam sentadas, a avó na cadeira de baloiço e ela numa grande almofada cor-de-rosa, durante os dias mais frios.
A brisa surgiu, leve e fresca como sempre, trazendo consigo algumas folhas soltas, caídas recentemente das árvores que o jardim possui. Cerrou os olhos, apertou a manta contra o peito; uma lágrima vítrea percorreu todo o seu rosto e, enquanto acariciava a barriga, disse junto a uma velha placa rodeada de belas flores:

- Avó... em mim carrego um pequeno raio de sol que em breve trará à minha vida tanta alegria como aquela que sempre me deste. Avó... diz olá à Aurélia!

(E a brisa voltou a bailar com as folhas enquanto o sol brilhou, mais forte do que nunca.)



The more time goes by, the easier it gets. Try to be more patient.


Paradise Circus




Adoro o facto de o início do clip ser algo muito semelhante a um documentário sobre uma ex-actriz porno
E o senhor David vai finalmente visitar a cidade de Braga. Dia 23 lá estou eu. uhuh
Mal consigo ver as teclas do pc..ou pelo menos ainda não estão 100% fixas como era suposto estarem. Mas ainda assim...

OLÁ 2010.
Espero que as vossas passagens de ano tenham sido tão fritas como a minha :)
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