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9.30.2010

A nova fase

3º ano de licenciatura em Ciências da Comunicação, novo desafios, novos obstáculos; novos medos e objectivos. A minha cabeça anda a mil à hora, sempre a pensar em como posso melhorar. Assusta-me a possibilidade de não conseguir atingir o que quero, mas não só coisas boas fazem parte da vida, e sinceramente não me vou desmotivar com o que pode ficar para trás.
A pressão é desgastante mas simultaneamente aliciante.
Estar constantemente em busca de novas metas, novos contactos, novas caras dá-me força para seguir em frente e não pensar que serei mais uma do grupo de estudantes recém-licencidados a trabalhar na caixa do Modelo ou Pingo Doce.
Mantenho-me positiva, confiante, ainda que quase todos os dias uma melancolia me invade ao pensar na possibilidade de não ser quem quero ser e fazer o que tanto quero fazer, por gosto, por paixão. Ainda bem que esse momento diário dura apenas um minuto.
Sucesso só se encontra primeiro que o Trabalho no dicionário, sempre me disseram, e por essa razão me tenho esforçado para que tudo seja feito como deve ser.
Longe vai o primeiro ano onde tempo não era preocupação, a menos quando deixava tudo para a última.
Deixar para a última... este ano tal é completamente impossível. Meter na cabeça que tenho de me levantar às 7 da manhã para ir a todas as aulas é das maiores responsabilidades. Não posso faltar, nem quero, assim como não posso sair todos os dias....nem quero!

Confesso que o trabalho não me assusta. Assusta-me sim que ele não dê frutos, ou pelo menos os frutos que eu quero que ele dê.
Faço listas todos os dias do que tenho para fazer, de quem quero entrevistar, sobre quem quero escrever nos artigos d'A Tribo Urbana. Penso em fotografias que quero tirar, pessoas que me podem apoiar, dando ideias, sugestões. Procuro ideias para vídeos, vejo curtas-metragens e consulto as agendas de diversos artistas e salas de espectáculo, bem como os filmes em exibição, tudo isto sem me esquecer dos inúmeros trabalhos que tenho de apresentar para as diversas cadeiras e das frequências.
Mas o pior de tudo, a meu ver, é o Estágio. Ainda não pensei nisso, mas devia. Sim, devia. O tempo não é muito e existe sempre a possibilidade de ouvir um não em diversas situações.
Talvez não devesse ser tão exigente relativamente ao local onde quero fazer estágio mas a verdade é que jornais locais não me despertam interesse.
Vou tentar a minha sorte na RTP e no Correio do Minho. Se 'sim' fosse a resposta em qualquer um destes locais ficaria mais do que satisfeita.

Tenho de me mexer, tenho de aumentar o currículo. Acho que a minha vida agora se resume a tenho, tenho e mais tenho...

1 comment

  1. Já não tiveste uma experiência com o "Correio da Manhã" estas férias?
    Pode ser que te respondam com um "sim".
    No meu caso, e infelizmente, nem estágio vou ter o que me coloca um bocado nervosa porque faço a licenciatura e nem sei para que lado me vou virar.
    Desejo-te boa sorte para este ano

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