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4.07.2010

Viana

A brisa estava um pouco furiosa mas o sol raiava como nunca, o que compensava o facto de o vento fazer os meus cabelos voarem e baterem-me levemente na cara.
Naquela pequena varanda, pouco mais larga do que eu, era possível ver a vida que aquela rua tem. Pessoas de todos os tamanhos e feitios passeavam com uma espécie de sorriso no rosto, de mangas arregaçadas e óculos de sol. Um rapaz de chapéu e mochila de cabedal gasto à tira colo captou a minha atenção durante alguns minutos. Fiquei a admirar a sua estranha maneira de caminhar ao longo da rua. Estava feliz, posso dizer com certeza. Os meus olhos acompanharam o seu percurso até o perder de vista.
Saímos de casa. Eu e os que lá estavam em casa, naquele acolhedor T0 em frente à marina e do futuro coliseu de Viana do Castelo. O cheiro do almoço ainda se fazia sentir quando fechamos a porta.
Visita breve à gelataria da Li onde os gelados são caseiros e de inúmeros sabores, entre os quais vodka preta e cerveja. Optei pelo de bolachas. Hmm, óptima escolha.
O tempo convidava, sem dúvida, a um bom serão na esplanada.
Caminhamos junto à marina, como se acompanhássemos o fluxo da água. Uma estátua dourada com um barco e uma flor na mão dava as boas-vindas a todos os que de barco chegavam. Um castelo depressa surgiu e nele entramos. Percorremos os seus recantos até nos fartarmos.
Voltamos a casa e peguei na mochila. Chegara a hora de dizer adeus a Viana.
Como odiei dizer adeus a Viana. Porque Viana é amor e nunca me canso de dizer.


Passei dois dias em Viana e foi lindo. Poderia ter relatado os dois dias mas não sei porquê só me apeteceu descrever parte do dia de hoje. Adorei, e pronto.

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