Social icons

Zoo-mania!




Nunca quis ser veterinária, ao contrário do meu irmão-peste Rodrigo, porque após uma gata parva da minha avó me ter arranhado um olho, fiquei com imenso medo a animais.
Mas não consigo resistir a estas fofuras, e apesar de o medo ainda estar presente, a verdade é que o Marujo, a Julieta e o gato cujo nome desconheço, mas que amavelmente a Larinha apelidou de Teto, são irresistíveis.
Olhem só para o Marujo. Até sorri para as fotografias :)

Quero...


Apetece-me gritar. Gritar e libertar toda a raiva que possuo dentro de mim. Raiva armazenada, raiva que me corrói e vai destruindo aos poucos.
Quero correr. Correr e poder voar livremente até ti sem que nada nem ninguém me possa impedir. Correr sem um peso na consciência a atrasar os meus largos passos.
Quero falar. Falar sem ter medo de o fazer. Poder dizer o que sinto apesar de saber que serei julgada. Falar e expressar a minha vontade; a vontade de te envolver nos meus braços e deixar-me envolver nos teus, de tocar nos teus lábios e saber que és meu; uma vontade ilusória, surreal.
Quero chorar. Chorar como se o amanhã não existisse. Cada lágrima caída, cada sonho desfeito. Chorar para aliviar esta dor infindável que se apodera de mim.
Quero adormecer. Porque somente se cerrar meus olhos esquecerei, ainda que por breves momentos, todas estas minhas vontades melancólicas, que me apertam como uma corda que se enrola em todo o corpo.
Quero ser feliz. Atingir essa felicidade de que todos falam mas que tende em não se cruzar no meu percurso. Feliz por me fazeres sorrir com actos carinhosos, com piadas que só nós compreendemos; feliz por te ter a meu lado, ainda que não seja para sempre.
Esta noite sonhei que o outrora amigo da namorada do Oscar mexicano tinha feito o impossível. Voltou a ter o respeito de toda a gente porque surrealmente, através de coisas gigantescas e pouco comuns, provou o que é no fundo, bem no fundo. Desde conversas sérias com os retsantes amigos dela, a surpresas enormes, actos de coragem, atitudes de homem!
Muitos podem achar a namorada do Oscar uma estupida, que peca por ser boa pessoa e acaba sempre porque soltar umas lágrimas no final de cada história. É verdade, mas ela não muda! Não muda porque não consegue, não muda porque para o fazer mataria a sua essência, aquilo que para muitos é burrice mas para outros algo especial.
Ela está a dar passinhos, e vai conseguir sair bem de toda a situação d emerda que é a sua vida.
Quanto ao sonho: é isso mesmo, um sonho!

Uníssono, Consonância, Harmonia


Sons. Tudo neste mundo de constantes desvarios, acontecimentos incontroláveis e sentimentos quentes e frios é composto por um suave murmúrio ou possante grito sonoro: o som ensurdecedor do despertador, aplausos, instrumentos musicais, um simples estalar de dedos, os carros que passam e deixam um rasto canoro audível no quarto, em noite cerrada.
Até mesmo o silêncio possui som; um som característico, ainda que leve como uma brisa, pois por mais sossegado que seja um local é sempre possível nele ouvir, se prestarmos atenção, meros sons que outrora na confusão não eram audíveis: o palpitar do coração, o tic-tac do relógio onde o ponteiro dos segundos passa a correr, dando voltas e voltas e voltas; a forte respiração, o pestanejar ou ainda o ronronar da barriga esfomeada.
Paro. Atentamente escuto tudo o que me rodeia. Aprecio melodias diversas, sugo sem cessar as diferentes sinfonias. Mas não me alimentam a alma! A sonoridade existente não me alimenta a alma. Não oiço o bater da porta porque não chegas a casa, não dizes o que quero ouvir porque não o podes dizer; não fazes qualquer ruído, não é uníssono, consonância, harmonia.
Permaneço no silêncio inexistente, ouvindo o assobiar do vento, o canto delicado dos passarinhos, as gotas da chuva que batem na vidraça enquanto tento escutar, ainda que seja fruto da minha fértil imaginação, os teus serenos passos que a mim se dirigem.

Tudo se resume a um par de meias púrpura





Pretas por não ter...



Se não me engano, estas fotos foram tiradas na sexta-feira, dia 15. O segundo dia de queima portanto.
Jantamos uma massa óptima em casa da Pipi e Carolina, mas ainda assim a fome e o dito desejo falaram mais alto.
Contudo o Mcdonald's já tinha encerrado e restava-nos a solução mais que óbvia, o Mc Drive, só que não possuímos uma linda viatura cor-de-rosa, com a matrícula Fabulous (muito High School Musical 2) e os carros possuem prioridade.
Mas isto faz algum sentido? Além de sermos pretas por não possuir carro, os sortudos que possuem ainda nos passam à frente?
E se tenho um namorado imaginário, porque não ter um carro imaginário? Ah, pois! Não tenho carta :)
Mas a Pipi lá nos safou nesta situação * queridinha*
E apesar de ter pago o molho para batatas e me terem dado ketchup, que é grátis, aquelas batatinhas souberam deliciosamente bem ...

I really can be a RAW person




Powered by Blogger.