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4.08.2009

Adorável espécie canina


Neste momento existe algo que não consigo abstrair a minha mente. Estou a falar das maravilhosas amêndoas que o meu tio acabou de me oferecer. Além de apetitosas estão dentro de uma caixinha verde super-gira. Tento cuidadosamente remover o laço que está a impedir que as devore mas este está demasiado apertado. Não vale a pena, portanto arranco-o à força toda. Abro a caixa e lá estão elas, mesmo à minha espera. Hmmm, agora sim posso começar a falar do meu dia!

Depois de alguns dias de pura normalidade, eu, a minha irmã e as priminhas do grupo Girafes Vioettes decidimos ir a Braga ver um bom filme. Tudo estava devidamente programado: aproveitaríamos do dia 'Leve 2, pague 1' e a viagem seria feita no autocarro do Feira Nova, uma vez que é gratuito.
Mas quando se programa demais, o plano sai furado. Basicamente, o motorista não permitiu a nossa entrada no autocarro, fundamentando a sua afirmação no facto de não sermos adultos. Tudo isto seria compreensível caso a minha irmã não tivesse 21 anos e eu 19. Mas as nossas refutações de nada nos valeram e não existiu outra opção senão pagar o bilhete num outro autocarro.
O ruído ensurdecedor dos jovens de 15 anos e do motor do velho autocarro estavam a dar cabo da minha paciência. Ando casmurra, e nem sei se sei qual a razão!
Quando finalmente pisamos Braga, compramos os bilhetes e 'Bonjour McDonalds' (ando totalmente viciada neste fastfood maravilhoso, e devo sugerir que comam o Too Cheese e o Too Bacon, yummy!); visitamos as barraquinhas de artesanato esplêndido e, claro, as tão conhecidas tendas de bugigangas.
A hora da sessão aproximava-se. Compramos pipocas, água e...gomas!
Durante a primeira parte do filme não parei de rir. Era surreal que as peripécias daquele adorável cãozinho não trouxessem alguma luz à cara mais casmurra da sala. Contudo quem não chorasse na segunda parte do mesmo das duas uma: ou estava a dormir ou não é humano.
Portanto, conselho de amiga: não assistam a Marley e Eu se possuírem sentimentos ou, ainda mais grave, um cão (principalmente se for um labrador).

Cheguei a casa com uma atitude diferente. Estou a sempre a resmungar com o 'meu' Marujo quando ele é o cão mais inteligente do mundo, um dos poucos que levanta a sobrancelha enquanto nos olha com uma cara incrédula, que levanta a tampa do caixote do lixo clicando no botão próprio para o efeito e até mesmo o único que comeu um pacote inteiro de manteiga enquanto a minha irmã estava distraída. Depois do que presenciei no filme jamais direi o nome dele em voz elevada.

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